Inventário de sinalização viária

Mapeamento de sinalização vertical para revisão municipal

Nas cidades em que os carros OCR operam, as placas R-6b encontradas nas áreas cobertas pelas rotas são mapeadas. Cada registro pode associar imagem, localização e contexto para revisão e encaminhamento pela gestão municipal.

Veículo OCR da Areatec configurado para captura em rota
Configuração ilustrativa do veículo. Câmeras, montagem e recursos habilitados variam conforme o projeto e o teste de campo.
R-6b

Capacidade operacional

O mapeamento de R-6b já faz parte das rotas OCR

A passagem do veículo produz um registro de campo que pode ser localizado, revisado e comparado com o inventário municipal. O valor está na associação entre a imagem e o contexto da rota, sem transformar uma observação visual em decisão automática.

Cobertura
Placas encontradas nas áreas efetivamente percorridas pelas rotas. O registro não representa todas as ruas da cidade.
Significado oficial
No Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, a R-6b indica estacionamento regulamentado e informa que é permitido estacionar.
Limite da leitura
A placa isolada não confirma Zona Azul, cobrança, horário, duração, infração ou autuação. Essas condições exigem contexto e regulamentação aplicável.
Consultar os manuais oficiais da Senatran

Registro de campo

O que chega à mesa de revisão

O inventário organiza o que foi observado na rota. A equipe municipal continua responsável por confirmar a classificação e decidir a providência.

01

Imagem

Recorte ou quadro de contexto associado à observação realizada durante a passagem.

02

Localização

Posição e referência da rota para localizar o ponto e reduzir procura manual.

03

Contexto

Classe sugerida, face observada, condições de visibilidade e outros campos definidos no projeto.

04

Situação do registro

Estado de triagem, revisão e encaminhamento, sem confundir observação com conclusão normativa.

Da rua ao inventário

Cinco etapas, com responsabilidade identificada

O fluxo separa captura, organização e decisão. Isso permite auditar o que foi observado e o que foi confirmado pela equipe responsável.

  1. 01

    Capturar em rota

    O veículo registra imagens nas áreas percorridas conforme a configuração autorizada.

  2. 02

    Associar contexto

    Imagem, localização e referência da rota passam a compor o mesmo registro.

  3. 03

    Organizar a triagem

    O sistema agrupa observações e sinaliza registros que exigem conferência.

  4. 04

    Revisar

    A equipe confirma classe, condição, responsabilidade e necessidade de vistoria complementar.

  5. 05

    Encaminhar e acompanhar

    Após a revisão, o registro pode seguir ao fluxo municipal compatível e receber atualizações de situação.

Escopo verificável

Prova operacional, configuração de projeto e decisão pública não são a mesma coisa

A página distingue o que já é realizado nas rotas OCR do que depende de contratação, aceite e avaliação da autoridade.

Operação declarada

Mapeamento de placas R-6b

Nas cidades com carros OCR, são mapeadas as placas encontradas dentro das áreas cobertas pelas rotas.

Escopo configurável

Outras classes e condições

Sinalização vertical adicional, marcas horizontais e condições de visibilidade dependem do projeto e do teste de aceite.

Responsabilidade municipal

Conformidade e providência

Ausência, irregularidade, prioridade, manutenção e decisão administrativa exigem inventário de referência e avaliação competente.

Contratação responsável

O que precisa estar definido antes da implantação

Um bom inventário começa por critérios de aceite claros. Percentuais genéricos não substituem uma amostra representativa da operação real.

Rotas e área de cobertura

Trechos, frequência de passagem e situações fora do alcance do levantamento.

Categorias incluídas

Classes de sinalização, campos obrigatórios e dicionário usado na revisão.

Condições de captura

Iluminação, distância, velocidade, oclusão, legibilidade e qualidade mínima da imagem.

Amostra e critérios de aceite

Metodologia, unidade de medição, tratamento de duplicidades e limites acordados para o projeto.

Revisão e responsabilidades

Quem confirma o registro, quem solicita vistoria e quem decide a providência.

Integração e governança

Interfaces compatíveis, credenciais, acesso, retenção, exportação e retorno de situação.

Perguntas frequentes

Limites e critérios do inventário

O que o mapeamento de placas R-6b cobre?

Nas cidades em que os carros OCR operam, são mapeadas as placas R-6b encontradas nas áreas percorridas pelas rotas. O registro pode associar imagem, localização e contexto para revisão. A cobertura corresponde ao trajeto efetivamente realizado, não a todas as ruas da cidade.

Uma placa R-6b confirma que o trecho é Zona Azul?

Não. No Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, a R-6b indica estacionamento regulamentado e informa que é permitido estacionar. Cobrança, horário, duração, categoria e delimitação dependem das informações complementares, da regulamentação local e do trecho sinalizado. O registro visual, sozinho, não confirma Zona Azul, infração ou autuação.

O sistema identifica automaticamente placas ausentes ou irregulares?

Uma imagem pode indicar que uma placa está danificada, encoberta ou ilegível. Afirmar que uma placa está ausente ou em desacordo exige comparar o registro com projeto viário, inventário de referência, regulamentação e inspeção do órgão competente. A tecnologia organiza indícios; não emite diagnóstico normativo automático.

É possível mapear outros tipos de sinalização?

O projeto pode incluir outras classes de sinalização vertical, marcas horizontais e condições de visibilidade. Cada categoria depende do escopo contratado, da qualidade da captura, do dicionário de classificação e de teste de aceite representativo das rotas.

O inventário gera ordem de serviço automaticamente?

Não por padrão. Depois da revisão definida pelo município, um registro pode ser exportado ou encaminhado a um fluxo de atendimento quando houver interface compatível, credenciais, regras e responsabilidades acordadas. A abertura, a prioridade e o encerramento da ordem seguem o procedimento do órgão.

Como a qualidade do mapeamento deve ser avaliada?

O aceite deve usar amostras reais das rotas e critérios definidos antes da implantação: condições de luz, distância, velocidade, legibilidade, classes incluídas, duplicidade e precisão de localização. O resultado é medido para aquele projeto; não se presume um percentual universal.

O inventário substitui a vistoria de engenharia de tráfego?

Não. O inventário amplia a observação e organiza registros de campo. Projeto viário, conformidade, necessidade de instalação ou substituição e providência administrativa continuam sob avaliação das equipes e autoridades responsáveis.

Próximo passo

Defina primeiro a rota, o inventário e o teste de aceite

A conversa comercial começa pelo que o município precisa observar, revisar e encaminhar. A partir daí, definimos captura, campos, integrações e responsabilidades.