Imagem
Recorte ou quadro de contexto associado à observação realizada durante a passagem.
Inventário de sinalização viária
Nas cidades em que os carros OCR operam, as placas R-6b encontradas nas áreas cobertas pelas rotas são mapeadas. Cada registro pode associar imagem, localização e contexto para revisão e encaminhamento pela gestão municipal.

Capacidade operacional
A passagem do veículo produz um registro de campo que pode ser localizado, revisado e comparado com o inventário municipal. O valor está na associação entre a imagem e o contexto da rota, sem transformar uma observação visual em decisão automática.
Registro de campo
O inventário organiza o que foi observado na rota. A equipe municipal continua responsável por confirmar a classificação e decidir a providência.
Recorte ou quadro de contexto associado à observação realizada durante a passagem.
Posição e referência da rota para localizar o ponto e reduzir procura manual.
Classe sugerida, face observada, condições de visibilidade e outros campos definidos no projeto.
Estado de triagem, revisão e encaminhamento, sem confundir observação com conclusão normativa.
Da rua ao inventário
O fluxo separa captura, organização e decisão. Isso permite auditar o que foi observado e o que foi confirmado pela equipe responsável.
O veículo registra imagens nas áreas percorridas conforme a configuração autorizada.
Imagem, localização e referência da rota passam a compor o mesmo registro.
O sistema agrupa observações e sinaliza registros que exigem conferência.
A equipe confirma classe, condição, responsabilidade e necessidade de vistoria complementar.
Após a revisão, o registro pode seguir ao fluxo municipal compatível e receber atualizações de situação.
Escopo verificável
A página distingue o que já é realizado nas rotas OCR do que depende de contratação, aceite e avaliação da autoridade.
Operação declarada
Escopo configurável
Responsabilidade municipal
Contratação responsável
Um bom inventário começa por critérios de aceite claros. Percentuais genéricos não substituem uma amostra representativa da operação real.
Trechos, frequência de passagem e situações fora do alcance do levantamento.
Classes de sinalização, campos obrigatórios e dicionário usado na revisão.
Iluminação, distância, velocidade, oclusão, legibilidade e qualidade mínima da imagem.
Metodologia, unidade de medição, tratamento de duplicidades e limites acordados para o projeto.
Quem confirma o registro, quem solicita vistoria e quem decide a providência.
Interfaces compatíveis, credenciais, acesso, retenção, exportação e retorno de situação.
Arquitetura das soluções
O veículo completo de captura e fiscalização móvel, com módulos definidos por projeto.
A plataforma ampla que recebe, revisa, encaminha e acompanha ocorrências municipais.
A superfície especializada em indícios de defeitos no pavimento e triagem técnica.
Fonte pública
A fonte oficial define o significado da placa. O escopo operacional publicado pela Areatec limita-se às áreas cobertas pelas rotas.
Perguntas frequentes
Nas cidades em que os carros OCR operam, são mapeadas as placas R-6b encontradas nas áreas percorridas pelas rotas. O registro pode associar imagem, localização e contexto para revisão. A cobertura corresponde ao trajeto efetivamente realizado, não a todas as ruas da cidade.
Não. No Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, a R-6b indica estacionamento regulamentado e informa que é permitido estacionar. Cobrança, horário, duração, categoria e delimitação dependem das informações complementares, da regulamentação local e do trecho sinalizado. O registro visual, sozinho, não confirma Zona Azul, infração ou autuação.
Uma imagem pode indicar que uma placa está danificada, encoberta ou ilegível. Afirmar que uma placa está ausente ou em desacordo exige comparar o registro com projeto viário, inventário de referência, regulamentação e inspeção do órgão competente. A tecnologia organiza indícios; não emite diagnóstico normativo automático.
O projeto pode incluir outras classes de sinalização vertical, marcas horizontais e condições de visibilidade. Cada categoria depende do escopo contratado, da qualidade da captura, do dicionário de classificação e de teste de aceite representativo das rotas.
Não por padrão. Depois da revisão definida pelo município, um registro pode ser exportado ou encaminhado a um fluxo de atendimento quando houver interface compatível, credenciais, regras e responsabilidades acordadas. A abertura, a prioridade e o encerramento da ordem seguem o procedimento do órgão.
O aceite deve usar amostras reais das rotas e critérios definidos antes da implantação: condições de luz, distância, velocidade, legibilidade, classes incluídas, duplicidade e precisão de localização. O resultado é medido para aquele projeto; não se presume um percentual universal.
Não. O inventário amplia a observação e organiza registros de campo. Projeto viário, conformidade, necessidade de instalação ou substituição e providência administrativa continuam sob avaliação das equipes e autoridades responsáveis.
Próximo passo
A conversa comercial começa pelo que o município precisa observar, revisar e encaminhar. A partir daí, definimos captura, campos, integrações e responsabilidades.