veículos em operação
Base agregada de Olho Vivo Patrol operada com tecnologia Areatec.
OLHO VIVO® PATROL · FISCALIZAÇÃO MÓVEL
Durante a rota, o Olho Vivo Patrol lê placas, registra sinalização vertical R-6b e organiza imagem, posição, data, hora e contexto operacional.
O processamento embarcado prepara as informações para o Olho Vivo City, para a central de operação e para a validação dos agentes responsáveis.

ESCALA OPERACIONAL COMPROVADA
A escala do Olho Vivo Patrol vem de operações reais de fiscalização e estacionamento. A arquitetura foi construída para manter veículos, centrais e agentes no mesmo fluxo.
Base agregada de Olho Vivo Patrol operada com tecnologia Areatec.
A maior frota do Olho Vivo Patrol em operação no mundo está concentrada na capital paulista.
Rotas diárias cobrem áreas extensas e preservam o contexto de cada captura.
Leituras são organizadas para acompanhamento da central e validação dos agentes.
SÃO PAULO · MAIOR OPERAÇÃO
Em São Paulo, a frota percorre centenas de quilômetros e analisa milhares de placas por dia. O sistema também registra sinalização vertical R-6b para complementar o contexto jurídico usado pelos agentes na lavratura dos autos. A operação é acompanhada pela central da concessionária e as imagens chegam aos agentes da CET para análise em tempo real.
Conhecer o case de São PauloA operação paulistana reúne a maior quantidade de veículos Olho Vivo Patrol em uma mesma implantação.
A Estapar, maior empresa de estacionamentos do Brasil, é cliente da Areatec desde 1996.
Captura em campo, acompanhamento operacional e análise da CET trabalham sobre informações organizadas pela mesma arquitetura.
COMO FUNCIONA
Cada etapa mantém a origem e o contexto do registro visíveis. A tecnologia acelera a coleta e a organização; o procedimento e a decisão permanecem com a autoridade responsável.
A operação configura área, finalidade, câmeras, regras e integrações antes de o veículo entrar em campo.
As câmeras registram placas, sinalização vertical e a cena necessária para compreender cada passagem.
O OCR e os modelos embarcados transformam a captura em informação estruturada ainda durante a rota.
Imagem, posição, data, hora, câmera e graus de confiança permanecem associados ao registro.
A plataforma recebe, relaciona e apresenta os eventos para a central de operação conforme o projeto.
Agentes e equipes autorizadas conferem as informações e aplicam o procedimento definido pelo órgão.
ARQUITETURA DE PONTA A PONTA
O Olho Vivo Patrol combina hardware veicular, software proprietário e plataformas operacionais. Cada componente tem uma função clara dentro da mesma cadeia.
Óptica, posicionamento e calibração são definidos para a rota, a velocidade e os alvos que precisam ser observados.
O processamento lê placas e interpreta informações visuais no veículo, reduzindo dependência de transmissão contínua.
Verifica a autenticidade e a coerência da localização no instante do registro e vincula o estado de confiança à captura.
Preserva impressões digitais e a sequência dos eventos quando a cadeia de custódia integra a arquitetura do projeto.
Organizam o volume recebido, as regras de operação, a análise autorizada e os encaminhamentos definidos pelo órgão.
MISSÕES DE CAMPO
A finalidade vem antes da tecnologia. Câmeras, modelos e integrações são configurados para o trabalho que a cidade precisa executar.
Percorre áreas regulamentadas, lê placas e apoia a fiscalização das regras de permanência e ativação.
Ver Olho Vivo ParkingRegistra placas e sinalização R-6b para apoiar operações de fiscalização com contexto visual e geográfico.
Ver fiscalizaçãoA mesma rota pode organizar indícios de pavimento, sinalização e ativos urbanos quando essa finalidade integra o projeto.
Ver Zeladoria UrbanaOPERAÇÕES EM CAMPO
Os cases mostram configurações diferentes do mesmo produto: escala metropolitana, fiscalização de estacionamento e operação direta de concessões.
SÃO PAULO · SP
Cerca de 100 carros OCR, centenas de quilômetros e milhares de placas analisadas diariamente.
Abrir caseRIBEIRÃO PRETO · SP
Olho Vivo Patrol, Olho Vivo City, Talonário Eletrônico e Digipare na mesma operação urbana.
Abrir caseCUIABÁ · MT
Dois carros OCR integram a operação da qual a Areatec é sócia, ao lado de canais digitais e 86 parquímetros.
Abrir caseVOLTA REDONDA · RJ
Um Olho Vivo Patrol trabalha com parquímetros, postos de venda e Talonário Eletrônico na concessão operada com a Sinalvida.
Abrir caseENGENHARIA AREATEC
O produto foi desenvolvido a partir do trabalho em campo. O resultado depende tanto da leitura quanto da capacidade de integrar, acompanhar e manter toda a operação.
OCR, modelos visuais e componentes de integração evoluem dentro da mesma engenharia de produto.
Câmeras, processamento, armazenamento e conectividade são dimensionados para cada missão e veículo.
Olho Vivo City, APIs e fluxos operacionais conectam a rota às equipes responsáveis pela análise.
Origem, câmera, horário, posição e estados de processamento acompanham cada informação relevante.
Finalidade, acesso, retenção e revisão são definidos no desenho da operação e aplicados por perfil.
Calibração, testes de aceite, treinamento e acompanhamento técnico fazem parte da entrega.
REFERÊNCIAS DE CAPACIDADE
As referências abaixo orientam a engenharia inicial. A configuração final nasce da rota, da missão, do veículo e do plano de aceite.
PERGUNTAS FREQUENTES
Respostas diretas sobre leitura OCR, velocidade, operação, privacidade, Pintrust, AreaChain e responsabilidade dos agentes.
Em alguns mercados de língua espanhola, as expressões "cepo virtual" e "cepo digital" são usadas para sistemas de fiscalização por câmera e OCR. O Olho Vivo Patrol não imobiliza o veículo: lê a placa durante o percurso e cruza o registro com as bases autorizadas. Se houver uma possível irregularidade, reúne os dados para análise conforme a regra e o procedimento da autoridade local.
“Carro de multas” é um apelido popular para veículos de fiscalização por câmera. O Olho Vivo Patrol lê placas, associa horário e localização e pode apontar uma possível irregularidade. A leitura não vira multa sozinha: a providência depende da legislação, da finalidade contratada e do procedimento de validação da autoridade competente.
“Carro espião” é uma expressão jornalística, não uma definição técnica. Um projeto responsável limita a captura à finalidade autorizada, reduz os dados ao necessário, controla os acessos e define retenção e descarte. O nome técnico mais preciso é carro OCR ou veículo de fiscalização móvel por leitura automática de placas.
A fiscalização por OCR usa câmeras embarcadas ou instaladas em pontos fixos para capturar placas. O Aretron extrai os caracteres, registra o nível de confiança e compara a leitura com as bases que o órgão está legalmente autorizado a consultar, como ativações do estacionamento. Uma possível irregularidade vira um registro para validação conforme o procedimento do município; a leitura, por si só, não gera multa automática.
Nos testes realizados com o nosso OCR, alcançamos 98,7% de acerto na leitura de placas. Esse é um resultado de teste, não um percentual universal para qualquer cenário: resolução, velocidade, iluminação, ângulo, estado da placa, instalação e configuração das câmeras influenciam a leitura. Em cada projeto, confirmamos o desempenho com uma amostra representativa da rota real e com critérios de aceite definidos para a operação.
Além da leitura de placas, o veículo pode receber módulos para detectar defeitos no pavimento, inventariar sinalização, mapear ativos urbanos e capturar imagens panorâmicas georreferenciadas. A combinação depende do hardware, do contrato e da finalidade autorizada. Recursos que tratem dados pessoais ou biométricos exigem base legal, avaliação de necessidade, controles de acesso, retenção definida e governança humana compatível com a LGPD.
Iluminadores infravermelhos e configurações específicas podem permitir a captura de placas em baixa luminosidade. A qualidade noturna varia com distância, velocidade, reflexos, chuva, estado da placa e conjunto instalado. O projeto deve testar esses fatores na rota e ajustar os limites de confiança antes de usar a leitura na fiscalização.
A telemetria reúne a cobertura da rota e a saúde do conjunto embarcado: conexão, câmeras, processamento, armazenamento e alimentação. Nos veículos e interfaces compatíveis, também recebe velocidade, rotação, temperatura, tensão, consumo e códigos de falha. Cada projeto define os sinais e limites que geram alerta; a aceitação é feita no veículo e na rota contratados.
Usamos um algoritmo próprio de visão computacional no módulo de monitoramento do motorista. Quando contratado, configurado e autorizado para essa finalidade, ele analisa a câmera interna e pode identificar sinais compatíveis com fadiga, como fechamento prolongado dos olhos, bocejo e inclinação da cabeça, além do uso do telefone celular e da presença de passageiro não autorizado. Como o processamento pode ocorrer no próprio veículo, controlamos as classes de evento, os limiares e o destino dos dados sem enviar cada imagem a um serviço externo de IA. Também podemos desenvolver e validar novas regras, como desatenção prolongada, obstrução da câmera ou divergência de identidade, conforme a necessidade do projeto. Cada uso passa por teste de aceite e por definições de finalidade, base legal, minimização, controle de acesso, retenção e auditoria compatíveis com a LGPD. O resultado é um alerta operacional; não é diagnóstico médico nem substitui a avaliação e a resposta humanas.
O Aretron é o motor de inteligência artificial da Areatec para processar imagens no próprio veículo. Conforme a configuração contratada, pode executar leitura de placas, detecção de defeitos no pavimento e avaliação de sinalização sem enviar cada imagem bruta à nuvem. Latência, simultaneidade e qualidade são aferidas no hardware e nas condições previstos para o projeto.
Imagens autorizadas podem gerar indícios georreferenciados de buracos, trincas, remendos ou afundamentos para triagem. A terminologia técnica do DNIT pode orientar as categorias adotadas, mas a classificação do sistema não substitui inspeção de campo, medição, laudo de engenharia nem decisão da autoridade. Escopo e critérios são verificados no teste de aceite.
O Olho Vivo Patrol oferece recursos para uma implantação orientada por privacidade, como processamento embarcado, perfis de acesso, registros de auditoria, retenção configurável e anonimização nos fluxos em que ela for prevista. A conformidade não decorre apenas do produto: o projeto precisa definir finalidade, base legal, necessidade, operadores autorizados, compartilhamento, retenção e atendimento aos titulares.
O Pintrust verifica a coerência da posição declarada no instante da captura e confronta fontes independentes para sinalizar indícios de falsificação, simulação ou repetição. Quando configurado no fluxo autorizado, autentica essa posição e gera um certificado que vincula coordenada, horário, dispositivo e impressão digital do arquivo. A AreaChain preserva esse certificado e sua sequência. Esses registros apoiam a conferência; admissibilidade e peso probatório também dependem da guarda do original, dos controles de acesso e do procedimento da autoridade competente.
A AreaChain registra o hash criptográfico e a sequência dos eventos selecionados no fluxo autorizado, como fotos, leituras de placa ou coordenadas. Na auditoria, o sistema recalcula o hash e o compara com o valor registrado; uma divergência revela que o conteúdo mudou. A trilha apoia a verificação de integridade e ordem, mas não substitui controles de acesso, preservação do arquivo original nem avaliação jurídica do caso.
O Olho Vivo PTT é um produto de comunicação IP integrado aos equipamentos de campo e à central de operação. Reúne voz ao pressionar e mensagens de voz, texto e vídeo em canais autorizados. O Aretron analisa características da voz e, quando percebe uma mudança de tom em relação aos parâmetros configurados, encaminha um alerta à pessoa cadastrada no fluxo. A proteção inclui criptografia de nível militar, autenticação, segregação de canais, auditoria e retenção definida pelo projeto.
AreaFACE é uma verificação individual 1:1: a pessoa diante do tablet é comparada com uma única referência selecionada, com sinais locais de vivacidade. A busca facial é outro fluxo. Uma referência autorizada parte do Olho Vivo City e o Patrol procura correspondência durante a rota definida. Se houver resultado acima do limiar configurado, envia local, momento e equipamento para validação humana; as demais faces são anonimizadas na origem.
A quantidade de leituras por hora depende da extensão da rota, velocidade autorizada, densidade de veículos, número e posição das câmeras, oclusões e necessidade de repetir passagens. O dimensionamento deve separar capturas totais de placas únicas e definir a capacidade em um teste de campo representativo. Assim, o gestor compara cobertura e qualidade sem tratar um número de laboratório como promessa universal.
Não é necessário um operador dedicado para realizar a captura. O Olho Vivo Patrol foi concebido para funcionar automaticamente enquanto o motorista se concentra somente na condução: as câmeras capturam, o Aretron processa e o sistema registra os eventos sem digitação contínua. Isso não significa que o software define sozinho o modelo de fiscalização. A presença de agente, a revisão humana e a competência para lavrar ou validar cada ato seguem a legislação vigente e as regras do município ou órgão responsável. Configuramos o fluxo, os perfis e as etapas de validação conforme as premissas aprovadas em cada projeto.
Temos integrações em operação com as principais processadoras de autos de infração do mercado brasileiro e com ambientes mantidos por órgãos estaduais de trânsito. Cada conexão é implementada somente com sistemas e bases que o órgão esteja autorizado a usar. Conforme a especificação aprovada no projeto, utilizamos APIs, web services, webhooks, arquivos estruturados ou filas seguras para enviar leituras de placas, imagens, localização, data, hora, confiança e demais metadados autorizados, além de receber listas e retornos necessários ao fluxo. Autenticação, criptografia, formatos, reenvio, confirmação de recebimento, cadência e registros de auditoria dependem do provedor responsável e do procedimento do órgão. Isso não pressupõe conexão universal com qualquer base: cada integração exige credenciais, homologação técnica, teste de aceite e responsabilidades definidas.
A autonomia depende do veículo, alternador, bateria, quantidade de câmeras, processamento e temperatura de operação. O projeto dimensiona alimentação, proteção contra descarga e armazenamento local para o turno previsto. Testes de campo confirmam quanto tempo o conjunto opera e quanto dado pode reter sem sincronização; a telemetria acompanha tensão, temperatura e alertas de manutenção.
PROJETO SOB MEDIDA
Conte a área, a missão, a frota e as integrações previstas. A equipe Areatec transforma essas condições em arquitetura, teste de aceite e plano de implantação.