Olho Vivo® Parking · Software de Zona Azul

Software para Zona Azul e gestão completa do estacionamento rotativo em via pública.

O Olho Vivo Parking é o software de Zona Azul e sistema de estacionamento rotativo em via pública da Areatec. Integra cadastro de vagas e zonas, tarifas, horários e autorizações, aplicativos, parquímetros, pontos de venda, fiscalização, arrecadação, conciliação e auditoria em uma única plataforma.

Para prefeituras, concessionárias e operadores que precisam administrar a rua, os canais e o financeiro como uma só operação.

Equipe do VR Parking utilizando smartphones na operação de estacionamento rotativo em Volta Redonda
Operação direta · Volta Redonda
Parquímetro integrado à operação de estacionamento rotativo em Cuiabá
Equipamento de rua · Cuiabá
Tela real anonimizada do Digipare para ativação do estacionamento
Canal digital · Digipare

Escala operacional Areatec

317 milvagas gerenciadas com tecnologia Areatec em operações ativas
mais de 600 milhõesde transações processadas pelos sistemas Areatec
multicanalaplicativos, parquímetros, pontos de venda e equipes de campo na mesma operação

Uma vaga é uma unidade operacional

Pagamento é apenas uma parte do estacionamento rotativo.

Cada vaga possui localização, setor, regra, tarifa, horário, permanência, canais de ativação, situação de uso e histórico. O Olho Vivo Parking mantém esses elementos conectados para que cada equipe trabalhe sobre o mesmo contexto.

A rua gera eventos. O Olho Vivo Parking transforma esses eventos em uma operação controlável.

Município e órgão gestor

Definem as regras locais, acompanham a execução, consultam indicadores e preservam sua competência regulatória.

Concessionária ou operador

Administra canais, equipamentos, atendimento, equipes, arrecadação, conciliação e metas operacionais.

Equipes de rua

Consultam ativações, operam equipamentos, atendem o motorista e registram o contexto encontrado em campo.

Gestão financeira e auditoria

Conferem transações, divergências, repasses, fechamentos, perfis de acesso e o histórico dos eventos.

Da regra ao resultado

O ciclo inteiro precisa conversar.

O produto organiza o que acontece antes, durante e depois do uso da vaga. As etapas e permissões são configuradas conforme o contrato e a regulamentação local.

  1. 01

    Mapear

    Inventário georreferenciado de vagas, setores, áreas, sinalização e equipamentos.

  2. 02

    Configurar

    Tarifas, horários, permanência, tolerâncias, perfis, isenções e autorizações.

  3. 03

    Ativar

    Aplicativos, parquímetros, pontos de venda e demais canais habilitados no projeto.

  4. 04

    Acompanhar

    Ativações, ocupação disponível, atendimento, dispositivos e eventos produzidos na rua.

  5. 05

    Fiscalizar

    Consulta de placa, smartphone, veículo OCR e revisão conforme o procedimento do órgão.

  6. 06

    Conciliar

    Transações e recebimentos dos canais organizados para conferência financeira.

  7. 07

    Auditar

    Relatórios, permissões e histórico para explicar o que aconteceu na operação.

Uma base, vários caminhos

Todos os canais trabalham sobre a mesma regra.

O motorista pode usar o canal disponível em sua cidade sem fragmentar o controle da operação. O desenho pode combinar atendimento digital, equipamentos de rua e presença física.

Núcleo operacional

Olho Vivo Parking

Regras, vagas, ativações, equipamentos, eventos financeiros e trilhas operacionais conectados.

Digipare e aplicativos credenciados

Ativação, pagamento, consulta e relacionamento pelo celular.

Parquímetros

Equipamentos de diferentes fabricantes integrados conforme o projeto.

Pontos de venda

Atendimento presencial no comércio, em postos próprios ou por monitores.

Equipes de campo

Smartphones, consultas por placa, atendimento e fiscalização autorizada.

Ocupação e sensores

Fontes de ocupação e permanência conectadas quando previstas.

Sistemas e APIs

Integrações com pagamentos, cadastros, equipamentos e ambientes do órgão.

Canais, meios de pagamento, fabricantes e integrações variam conforme o contrato e a regra de cada município.

O que a plataforma administra

Do mapa da cidade ao fechamento da operação.

As equipes não precisam reunir planilhas e sistemas isolados para entender a situação de uma vaga, de um canal ou de um período.

01

Regras e inventário

  • vagas, setores e áreas georreferenciadas
  • tarifas, horários e tempo máximo
  • perfis, isenções e autorizações
  • parâmetros locais e versões de configuração
02

Ativações e atendimento

  • tíquetes por placa e por período
  • aplicativos e pontos de venda
  • parquímetros e demais canais
  • consultas e histórico do atendimento
03

Rua e equipamentos

  • estado dos dispositivos integrados
  • consultas realizadas pelas equipes
  • eventos de ocupação disponíveis
  • alertas e rotinas de manutenção
04

Financeiro e governança

  • transações organizadas por canal
  • conciliação e tratamento de divergências
  • perfis de acesso e eventos relevantes
  • indicadores, relatórios e exportações

Fiscalização integrada

A leitura encontra o contexto. A decisão continua com quem tem competência.

Olho Vivo Parking reúne a situação da placa e da vaga. As equipes podem consultar esse contexto pelo smartphone ou receber registros produzidos pelo Olho Vivo Patrol e pelo Olho Vivo City.

Uma leitura OCR ou uma possível divergência não gera autuação automática.

  1. 01

    Ativação ou autorização

    O sistema reúne o tíquete e as permissões aplicáveis à placa e ao setor.

  2. 02

    Consulta em campo

    Smartphone ou veículo OCR consulta a situação no contexto de data, hora e localização.

  3. 03

    Análise operacional

    A equipe confere divergências, evidências e o procedimento definido pelo órgão.

  4. 04

    Providência autorizada

    Quando aplicável, o agente utiliza o fluxo oficial, inclusive o Talonário Eletrônico.

Responsabilidades claras

Cada produto resolve uma parte concreta da operação.

O Olho Vivo Parking é a plataforma de gestão do estacionamento. Os demais produtos se conectam a ela sem perder sua função própria.

Conciliação e rastreabilidade

Vender por vários canais exige uma visão financeira única.

O Olho Vivo Parking organiza as transações recebidas dos canais previstos no projeto para permitir conferência, fechamento e investigação de divergências sem perder a origem de cada evento.

Origem identificada

Cada transação conserva canal, momento, referência operacional e estado de processamento.

Conferência por período

A gestão acompanha vendas, ativações, cancelamentos e ajustes de acordo com suas permissões.

Divergências tratáveis

Falhas de integração e diferenças de valores entram em fluxos de análise, em vez de desaparecerem no consolidado.

Histórico para auditoria

Relatórios e trilhas ajudam a reconstituir o caminho do evento e as ações realizadas.

Operações reais

O mesmo núcleo, aplicado a modelos municipais diferentes.

Software, equipamentos, fiscalização e responsabilidade operacional mudam conforme o contrato. Estes cases mostram como a plataforma funciona em cenários concretos.

Paisagem urbana de Montes Claros, Minas Gerais
Plataforma multiaplicativo

Montes Claros · MG

4 aplicativos credenciados

Após aprovação integral e sem ressalvas na prova de conceito, a plataforma passou a organizar regras, validação de tíquetes, pontos físicos, conciliação e fluxos financeiros.

Ver operação
Equipe do VR Parking em operação de campo em Volta Redonda
Operação direta da concessão

Volta Redonda · RJ

43 parquímetros e 1 carro OCR

Lideramos o consórcio operador ao lado da Sinalvida. Olho Vivo Parking, Digipare, pontos de venda, Patrol e Talonário trabalham na mesma operação.

Ver operação
Parquímetro da operação de estacionamento rotativo em Cuiabá
Participação na concessionária

Cuiabá · MT

86 parquímetros e 2 carros OCR

Participamos da operação tecnológica com Digipare, smartphones de fiscalização e uma estrutura de campo integrada ao contrato de concessão.

Ver operação
Vista do Monte Mochuara em Cariacica, Espírito Santo
Prestação direta ao Município

Cariacica · ES

33 parquímetros e 1 carro OCR

O contrato integra gestão, canais de ativação, equipamentos de rua e leitura móvel de placas, sem confundir prestação de serviços com concessão.

Ver operação
Ver todos os cases de estacionamento

Implantação

A plataforma entra em operação com regra, integração e aceite.

A implantação começa pelo desenho real da cidade e termina com uma operação conferível. Escopo, cronograma e critérios são definidos com a equipe responsável.

  1. 01

    Diagnóstico

    Regras, áreas, público, canais, equipamentos e sistemas existentes.

  2. 02

    Inventário

    Vagas, setores, sinalização, ativos e responsáveis pela operação.

  3. 03

    Integração

    Contratos de dados, retornos, autenticação, erros e contingência.

  4. 04

    Configuração

    Parâmetros locais, perfis, permissões e fluxos financeiros.

  5. 05

    Prova e treinamento

    POC ou piloto quando previsto, testes, capacitação e critérios de aceite.

  6. 06

    Operação assistida

    Entrada gradual, acompanhamento, suporte e evolução controlada.

Perguntas frequentes

O que precisa estar claro antes da contratação.

Respostas diretas sobre canais, equipamentos, fiscalização, integração e implantação.

O que é o Olho Vivo Parking?

Olho Vivo Parking é o sistema de gestão de estacionamento rotativo da Areatec. Ele organiza regras, canais de ativação, ocupação, fiscalização, conciliação e indicadores sem confundir as atribuições da tecnologia com a decisão da autoridade competente.

O Olho Vivo Parking é apenas um aplicativo?

Não. O Digipare é o aplicativo do motorista. O Olho Vivo Parking organiza o conjunto da operação e se relaciona com os canais de ativação, os equipamentos, a fiscalização e o ambiente de comando Olho Vivo City.

O Olho Vivo Parking integra parquímetros de diferentes fabricantes?

Sim, quando o equipamento oferece protocolo, interface e contrato de dados compatíveis. A implantação valida transações, estados, retornos, falhas, segurança e responsabilidades de manutenção antes de colocar cada modelo na operação.

Uma cidade pode trabalhar com mais de um aplicativo e outros canais de ativação?

Sim. A operação pode combinar Digipare, aplicativos credenciados, parquímetros e pontos de venda. Todos precisam aplicar a mesma regra municipal e devolver os eventos necessários para validação, conciliação e auditoria. Montes Claros é um case documentado de modelo multiaplicativo não exclusivo.

Como funciona a conciliação financeira?

As transações recebidas dos canais previstos no projeto conservam sua origem, referência, valor, momento e estado de processamento. A gestão pode conferir períodos, identificar diferenças entre eventos esperados e recebidos e encaminhar divergências para análise conforme suas permissões e regras de fechamento.

O sistema pode se integrar aos cadastros e sistemas já usados pelo município?

Sim, quando existem interfaces e contratos compatíveis. O desenho técnico define dados, autenticação, validações, retornos de erro, contingência, limites de acesso e responsabilidade de cada sistema antes da implantação.

É possível migrar uma operação de estacionamento já existente?

Sim. A migração começa pelo inventário de vagas, regras, canais, equipamentos, cadastros e integrações existentes. O projeto define quais dados podem ser aproveitados, como serão conferidos e quais testes e critérios de aceite precisam ocorrer antes da mudança de operação.

O que acontece quando a conexão fica indisponível?

A contingência é definida por componente e por canal. Equipamentos e aplicativos compatíveis podem manter filas ou registros locais e sincronizar depois, mas esse comportamento precisa ser testado com o hardware, a rede, os limites de tempo e as regras do projeto. A plataforma não presume que todo canal funcione da mesma forma sem conexão.

Como a plataforma controla acesso e auditoria?

Perfis e permissões limitam o que cada pessoa pode consultar ou executar. Eventos relevantes de configuração, processamento e operação podem compor trilhas de auditoria. Retenção, integração, exportação e acesso aos dados são definidos conforme o contrato, a política do órgão e a legislação aplicável.

Quanto tempo leva a implantação?

O prazo depende da área regulada, do inventário, dos canais, dos equipamentos, das integrações, da migração e dos critérios de aceite. O cronograma é definido após o diagnóstico técnico e pode incluir prova de conceito, piloto, treinamento e entrada gradual em operação.

Quem decide a providência diante de uma possível irregularidade?

A autoridade competente, conforme a legislação e o procedimento local. A tecnologia pode organizar consultas, alertas e registros de contexto, mas não substitui a análise humana nem a atribuição legal do agente ou do órgão.

Vamos desenhar a operação da sua cidade?

Conte como funcionam as regras, os canais, os equipamentos, a fiscalização e o financeiro. Nossa equipe organiza uma demonstração a partir desse cenário.