Campos orientados
A tela apresenta os dados exigidos pelo fluxo configurado e reduz a necessidade de repetir informações já disponíveis.
Multas eBooklet · fiscalização de trânsito
Em um único aplicativo Android, o agente inicia o turno, identifica o veículo por OCR, voz ou teclado, registra enquadramento e evidências, confere o Auto de Infração de Trânsito, trabalha sem conexão contínua e sincroniza o registro.


O que é
É o aplicativo usado pelo agente para registrar e conferir o Auto de Infração de Trânsito em campo. O Talonário Eletrônico da Areatec conecta identidade, dados do veículo, enquadramento, imagens, localização, revisão, contingência e transmissão ao ambiente definido pelo órgão.
A tela apresenta os dados exigidos pelo fluxo configurado e reduz a necessidade de repetir informações já disponíveis.
Imagem, localização, data e horário podem acompanhar o auto quando forem pertinentes, autorizados e disponíveis.
O agente confere placa, enquadramento, observação e demais campos antes de confirmar o registro.
A transmissão segue os contratos, validações e regras acordados com o órgão responsável.
Como funciona
A sequência mantém o contexto da ocorrência visível e separa leitura automática, conferência e decisão profissional. Campos, permissões e integrações seguem o procedimento de cada órgão.
O agente entra com o método autorizado, seleciona o setor e confere dispositivo, conectividade, impressora e recursos da jornada.
A placa pode entrar por OCR, voz ou teclado próprio. O agente revisa os caracteres antes de avançar.
O OCR proprietário lê a placa e interpreta marca, modelo e cor diretamente da imagem, com confiança por resultado.
O agente seleciona o enquadramento, registra observações e reúne imagens, posição, data e hora quando previstos no procedimento.
A tela reúne os campos do AIT para correção e conferência. A confirmação permanece com o agente competente.
O registro é armazenado e enviado ao ambiente definido pelo órgão. Sem conexão contínua, a sincronização ocorre quando o canal volta a ficar disponível.
Inteligência artificial tem valor quando ajuda a perceber inconsistências e reduz trabalho repetitivo. Ela não observa a ocorrência no lugar do agente nem transforma uma sugestão em autuação.
A operação na mão
As telas do produto mostram o estado da operação, os caminhos de entrada da placa e o ponto em que o agente precisa conferir. A navegação foi organizada para uso sob sol, ruído, pressa e conectividade irregular.

O cabeçalho reúne agente, setor, conectividade, Aretron e Pintrust. A ação central permanece dedicada à fiscalização da placa.

Teclas grandes, contraste e alternância direta entre OCR, digitação e voz reduzem movimentos durante a conferência da placa.

O agente dita os caracteres e revisa o resultado antes de avançar.
Entrada da placa
A rua muda de ruído, luz e conectividade. O agente escolhe a entrada mais adequada e sempre confere os sete caracteres antes de continuar.
A câmera pode propor os caracteres visíveis da placa. A imagem e o resultado passam pela conferência prevista no procedimento do órgão.
O motor privado aceita fala natural, o alfabeto de radiotelefonia, como Alfa, Bravo e Charlie, e combinações entre os dois. O desenho considera variações regionais de pronúncia e mantém a revisão na tela.
Um teclado dedicado oferece alvos grandes e separa letras, números e padrões de placa para uso com luvas, pressa ou ambiente ruidoso.

Evidência de produto
O OCR proprietário da Areatec lê os caracteres das placas no padrão vigente e interpreta, diretamente na imagem, os atributos visuais do veículo: marca, modelo e cor. Cada resultado conserva seu grau de confiança.
Placa, marca, modelo e cor no mesmo fluxo visualIdentidade e acesso
O agente pode acessar por imagem com controle de vivacidade, por senha ou por padrão gráfico. A política do órgão define quais métodos ficam disponíveis para cada perfil e equipamento.

A câmera orienta o posicionamento e verifica sinais de vivacidade antes de comparar a imagem com a referência autorizada do agente.
Acesso por imagem
O agente informa sua senha no equipamento vinculado à operação e entra com as permissões atribuídas ao seu perfil.

O agente desenha o padrão cadastrado na tela, uma alternativa direta para equipamentos usados em campo.

GEOLOCALIZAÇÃO AUTENTICADA
O Pintrust confronta a posição informada pelo GNSS com horário, deslocamento e sinais do próprio dispositivo. O estado fica visível no cabeçalho da operação e acompanha o contexto de cada captura, para que a equipe identifique incoerências antes de prosseguir. O resultado integra o registro; não substitui a avaliação do agente nem transforma a localização em prova isolada.
Pintrust leva o contexto da localização para a tela de campoApoio inteligente
O OCR pode propor os caracteres da placa para conferência do agente.
Regras podem apontar ausência ou incompatibilidade de dados antes do envio.
O sistema pode facilitar a busca de informações necessárias ao fluxo autorizado.
O agente permanece responsável pela observação, pelo enquadramento e pela confirmação.
Continuidade operacional
O aplicativo não opera isolado. Equipamentos, periféricos, transporte de dados e administração do parque são definidos no projeto para sustentar a rotina de campo.
Inventário, modo dedicado, políticas, distribuição e atualização de aplicativos, bloqueio e apagamento remoto podem integrar a administração do projeto.
Modelos Android e acessórios são avaliados para câmera, bateria, resistência, ergonomia, conectividade e gestão conforme a operação.
Impressora, câmera, GNSS e demais recursos previstos são acompanhados na mesma visão operacional do agente.
O protocolo proprietário avalia as condições de rede e coordena o transporte para reduzir o impacto de conexões instáveis.
DATARACEMantém o estado de sincronização visível e coordena o envio quando a conectividade volta a ficar disponível.
SYNCREALTIMEAlém do AIT
O órgão pode reunir no mesmo ambiente outras atividades executadas pelas equipes externas. Cada módulo mantém formulário, permissões, evidências, destino e responsabilidade próprios.
Registra veículo, imagens obrigatórias, guincho, pátio, localização e os eventos do recolhimento.
Organiza o boletim de ocorrência de acidente de trânsito, com envolvidos, veículos, testemunhas, imagens e croqui quando aplicável.
Documenta orientações ao cidadão, apoios, ocorrências e demais atendimentos executados em campo.
Estrutura a coleta e o registro documental previstos pelo órgão, com protocolo e rastreabilidade.
Formaliza compromissos e assinaturas entre as partes dentro do procedimento autorizado.
Registra a inspeção antes da operação, itens obrigatórios, fotos e histórico do veículo de serviço.
Operações reais
O produto participa de operações de trânsito com desenhos diferentes. Os cases mostram como o fluxo do agente se conecta aos sistemas de cada órgão e à rotina real de campo.
Santo André · SP
Com a Sindata, o Talonário Eletrônico atende todos os agentes municipais de trânsito e mantém 96 equipamentos ativos em campo.
Conhecer a operaçãoItajaí · SC
Na operação com a Lapaza, 58 equipamentos sustentam o Talonário Eletrônico usado por todos os agentes de trânsito do município.
Conhecer a operaçãoTocantins · TO
Com a Panavídeo, o Talonário Eletrônico apoia a fiscalização da AGETO nas rodovias estaduais em todo o Tocantins.
Conhecer a operaçãoRibeirão Preto · SP
Três veículos Olho Vivo Patrol e o Olho Vivo City apoiam a fiscalização; o Talonário completa a análise e, quando cabível, a lavratura pelo agente.
Conhecer a operaçãoCabo Frio · RJ
O Talonário apoia a fiscalização municipal em uma operação que também reúne Digipare e 43 parquímetros Digicon.
Conhecer a operaçãoPetrópolis · RJ
Agentes da CPTrans usam preenchimento orientado, consulta por placa, evidências e transmissão ao órgão, inclusive quando a equipe trabalha offline.
Conhecer a operaçãoVolta Redonda · RJ
Na operação conduzida com a Sinalvida, o Talonário integra o fluxo de campo a 43 parquímetros, pontos de venda, Digipare e um carro OCR.
Conhecer a operaçãoImplantação e integração
A implantação define o caminho completo do registro: identidade, parâmetros, armazenamento, contingência, APIs, respostas, tratamento de falhas e critérios de aceite.
Perfis, permissões e parâmetros vinculam a atividade ao usuário e ao contexto autorizado.
O projeto define quando transmitir, como tratar indisponibilidades e como evitar duplicidade de registros.
Pessoas autorizadas acompanham filas, erros de integração e eventos relevantes para a operação.
APIs e contratos compatíveis encaminham os dados para o destino definido pela autoridade.
Verificação pública
A Portaria SENATRAN nº 984/2023 homologa por quatro anos o Multas eBooklet Versão 2.1.0-A, desenvolvido pela Areatec. A Portaria nº 997/2022 estabelece os requisitos aplicáveis aos sistemas de Talão Eletrônico.
Perguntas frequentes
Os termos costumam apontar para o mesmo fluxo de registro digital do Auto de Infração de Trânsito, embora cada órgão possa adotar uma nomenclatura própria. O ponto central é permitir que o agente registre, confira, preserve e transmita os dados previstos no procedimento oficial.
É um sistema informatizado usado pelo agente para registrar o Auto de Infração de Trânsito em um dispositivo portátil. Ele organiza os campos do registro, pode reunir imagens e localização e transmite os dados ao ambiente definido pelo órgão de trânsito.
Sim. A Portaria SENATRAN nº 984/2023 homologa por quatro anos o software Multas eBooklet Versão 2.1.0-A, desenvolvido pela Areatec. O ato foi publicado no Diário Oficial da União em 19 de janeiro de 2024.
Sim. A Portaria SENATRAN nº 997/2022 exige preenchimento on-line e off-line e armazenamento dos autos até a transmissão ao órgão. A implantação define sincronização, contingência, equipamentos e integrações para cumprir esse fluxo.
Não. O Aretron pode apoiar leitura de placa, preenchimento e verificações de consistência, conforme o escopo contratado. A observação dos fatos, a escolha do enquadramento, a revisão e a confirmação continuam sob responsabilidade do agente e do órgão competente.
Ele permite substituir o bloco e a caneta no fluxo aprovado pelo órgão. A transição exige configuração, equipamentos, integração, treinamento, regras de contingência e os demais procedimentos definidos pela autoridade responsável.
Sim, quando os sistemas envolvidos oferecem contratos e interfaces compatíveis. O desenho da integração deve definir dados, validações, autenticação, retorno de erros, contingência e responsabilidades antes da implantação.
O prazo é definido depois do levantamento técnico. Quantidade de agentes, equipamentos, integrações, regras locais, treinamento, homologações internas e critérios de aceite alteram o cronograma. A proposta do projeto deve registrar essas dependências.
A configuração pode oferecer captura por OCR, teclado próprio e voz. Na voz, o agente pode ditar os sete caracteres, usar o alfabeto de radiotelefonia, como Alfa, Bravo e Charlie, ou combinar as duas formas. Toda leitura deve ser conferida antes de seguir.
O agente pode acessar por imagem com controle de vivacidade, por senha ou por padrão gráfico. A política do órgão define quais métodos ficam disponíveis para cada perfil e equipamento.
Sim, quando a gestão de dispositivos fizer parte do projeto. Inventário, políticas, modo dedicado, distribuição de aplicativos, atualização, bloqueio e limpeza remota podem ser coordenados no mesmo desenho operacional, com permissões e trilha de administração.
Sim. Conforme o escopo, a plataforma pode apoiar recolhimento de veículos, BOAT, boletim de atendimento, CRDO, termo de acordo e check-list de viaturas. Cada módulo conserva seu procedimento, permissões e integrações.
Conte quais equipes, dispositivos, periféricos, sistemas e procedimentos participam da operação. A demonstração será organizada sobre esse cenário.